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Meu filho mordeu o amiguinho... O que fazer??

 



A partir de 1 ano, é muito comum que as crianças comecem a “morder” pais, mães, irmãos, amiguinhos, professoras. Na escola, quando uma criança morde outra (apesar de todo o cuidado de nossas professoras) várias são as medidas tomadas pela Escola. Em primeiro lugar, conversamos com a criança, explicando que o seu ato machucou o amiguinho e o fez chorar (não só pela dor da mordida em si, mas também pelo susto ou por não esperar aquela atitude de um amigo de quem gosta muito). 

Além de conversar com as crianças (a que mordeu e a que foi mordida), nossa equipe de profissionais também procura conversar com os pais (das duas crianças). Não é nada fácil para nossas professoras entregar uma criança “mordida” para sua mãe... Normalmente a mãe da “vítima” fica muito preocupada e encara o fato como um caso de violência ou perseguição ao seu filho, querendo, na maioria dos casos, saber quem foi o “agressor”. A postura da escola é não falar o nome da criança, para que não ocorra nenhum tipo de “antipatia” em relação à criança e aos pais (nem sempre esta postura funciona pois a própria criança costuma dizer quem a mordeu).  Os pais da criança que mordeu também ficam preocupados com o fato e, em casos reincidentes, recomendamos que os pais conversem com a criança e expliquem as conseqüências deste ato. Em casos mais extremos, a Escola poderá indicar a orientação de uma psicóloga para a criança e seus pais. 

Muitas vezes o motivo da mordida é a disputa de um brinquedo ou ainda uma forma de chamar a atenção do amiguinho ou, até mesmo, uma forma de carinho mais agressiva (não podemos esquecer que, nesta idade, a criança está ainda na fase oral e suas sensações mais prazeirosas ainda acontecem pela boca). Ao longo de nossa experiência, notamos também que muitos pais têm o hábito de “morder” carinhosamente seu filho... Para a criança, pode parecer que esta é uma forma de carinho, embora ela não saiba, ainda, dosar a força da mordida e acaba machucando o amigo. 

O mais importante é que os pais saibam que esta é uma fase que não dura para sempre e que, uma criança que mordeu hoje, poderá ser a “vítima” amanhã. O papel da Escola é estar sempre atenta, evitando, na medida do possível, que tais fatos ocorram  e orientando alunos e pais para que não haja conseqüências físicas, psicológicas e sociais que prejudiquem nossas crianças.


*Artigo publicado no site www.santoamaroonline.com.br

- Quando devo tirar a fralda de meu filho?
Esta é uma dúvida que assola, atualmente, 10 entre 10 mães de crianças entre 1 e 3 anos de idade.
Além da dúvida natural, principalmente quando se trata do primeiro filho, ainda somos assaltadas pelas mais diferentes opiniões das pessoas que nos cercam. Nossas mães e tias, por exemplo, contam histórias onde as crianças com 1 ano, 1 ano e meio já não usavam mais fraldas (às vezes as histórias são sobre nós mesmas, quando crianças...). Ficamos, então, perplexas: Será que meu filho está atrasado?? Será que eu já deveria ter tirado suas fraldas??

Realmente, as crianças, a vinte, trinta anos atrás, saiam das fraldas muito mais cedo... Por uma simples razão: as fraldas de pano eram extremamente desconfortáveis, não só para a criança (que vivia molhada e assada), mas também para a mãe (que tinha o trabalho de lavá-las).

Antes de tomar qualquer decisão precipitada, que pode vir a "traumatizar" seu filho e "estressar" os pais, algumas colocações médicas precisam ser consideradas:

Primeiro, sabe-se que o controle completo dos esfíncteres (músculos anulares que apertam os ductos anal e urinário) não se completa antes dos 2 anos de idade. A criança não pode controlar voluntariamente estes músculos até que as fibras nervosas estejam cobertas por uma substância chamada mielena. Desta forma, além do despreparo psicológico antes dos 2 anos, a criança também é neurologicamente incapaz de controlar sua evacuação e sua urina.
Aprendemos, com a experiência de nossos alunos, que começar o aprendizado sobre o uso do banheiro cedo demais é expor a criança a fracassos e expor a mãe a frustrações. Alguns médicos acreditam até que este "trauma" pode conduzir a criança, futuramente, a urinar na cama.

Alguns sinais dados pela criança podem facilitar a decisão de início do processo de se tirar fralda:
• Entender que é preferível urinar no banheiro e ter as calças secas a ficar com as calças molhadas ou sujas;
• Ter a habilidade de comunicar sua necessidade de usar o banheiro;
• Reconhecer as sensações de sua bexiga cheia e o estímulo de fazer o intestino funcionar;
• Ser capaz de retardar brevemente a vontade de ir ao banheiro.

Uma vez tomada a decisão de se tirar as fraldas, é importante que os pais evitem alguns erros comuns nesta fase:
• Repreender e punir a criança quando o xixi ou o cocô "escapa";
• Usar excessivamente recompensas e criar pressão;
• Impor à criança um longo tempo sentada no vaso ou no peniquinho;
• Transformar o aprendizado de se utilizar o banheiro em uma "luta de poder" entre a criança e os pais;
• Ter "2 pesos e 2 medidas": a criança fica sem fralda na escola mas, quando vai sair com os pais (ao shopping, por exemplo), coloca fralda novamente (pois os pais tem medo do "vexame" em público). Este comportamento confunde a criança e retarda o aprendizado.

A decisão também deve ser comunicada à escola, que participará ativamente de todo o processo, apoiando os pais e incentivando e estimulando a criança durante esta importante fase. A criança irá entender que a independência das fraldas é um grande passo no seu desenvolvimento, passo esse do qual se orgulhará muito.

*Artigo publicado em 26/05 no site www.santoamaroonline.com.br

- Com quem devo deixar meu filho quando voltar a trabalhar?

A gravidez é um dos períodos de maior felicidade na vida de uma mulher. Após o nascimento, todas as atenções da mãe voltam-se para o bebê, que é dependente dela sob todos os aspectos. Durante os primeiros meses, mãe e filho vivem como se continuassem a ser um só, inseparáveis. A mãe, nesta fase, passa a se preocupar com seu retorno ao trabalho. Sentimentos como insegurança, dúvida e culpa costumam surgir, principalmente após ouvir inúmeros conselhos, opiniões, críticas de familiares, amigos e conhecidos.

A primeira opção da maioria das mães ainda é deixar a criança com algum parente próximo, normalmente com uma das avós. Esta opção costuma ser estimulada, inclusive, pelos próprios parentes. Deve-se lembrar, porém, que há 20 ou 30 anos, a maioria das mulheres não trabalhava fora, dedicando-se exclusivamente ao cuidado da família. Além disso, havia grande preconceito à utilização de berçários e creches, considerados "depósitos de crianças". Com a crescente participação das mulheres no mercado de trabalho, novas opções têm surgido, principalmente no que se refere a berçários e escolas especializadas no cuidado de bebês.

Outra opção considerada pelas mães que trabalham fora é a contratação de uma babá ou enfermeira. Nestes casos, a mãe considera como principais vantagens a dedicação e cuidados exclusivos ao seu bebê e a preservação de seu filho em sua própria casa, sem contato direto com outras crianças ou pessoas. Caso esta seja a decisão da família, é importante que alguns cuidados sejam levados em conta:

• A babá deve dedicar-se exclusivamente ao bebê, evitando-se atribuir a ela outras obrigações como o serviço de casa ou os cuidados com a roupa. É importante que o bebê receba carinho e atenção sempre que estiver acordado. Nesta fase, estímulos visuais, motores e auditivos são fundamentais para o seu desenvolvimento.
• A pessoa escolhida deve ser de inteira confiança. É fundamental que todas as informações sobre sua idoneidade sejam exaustivamente checadas (junto a antigos empregadores, familiares), solicitando, inclusive, atestado de bons antecedentes. A mãe deve se lembrar que esta pessoa irá substituí-la durante o seu período de trabalho, cuidando, alimentando, estimulando e dando todo o carinho que seu bebê necessita.
• Para se assegurar que os procedimentos combinados estão sendo seguidos mesmo fora de suas vistas, a mãe (ou alguma pessoa de sua confiança) deverá fazer visitas de surpresa em casa e telefonar freqüentemente para a babá.
• Os pais devem prever todas as situações de emergência possíveis (como doenças, acidentes, atrasos) e combinar, com a babá, os procedimentos a serem seguidos. É importante que a babá tenha sempre à mão todos os telefones e contatos importantes (da mãe, do pai, dos avós, do pediatra, do Pronto Socorro). Caso o trabalho dos pais seja distante, um familiar ou amigo da família pode ficar encarregado de prestar socorro rápido se necessário.

Muitas mães, porém, preferem optar pela segurança, pelo conforto e pela estrutura oferecida pelas atuais escolas de educação infantil e seus berçários. Como há uma grande diversidade de berçários e serviços oferecidos, a escolha é difícil e deve ser criteriosa. Por volta do 2o. mês da licença maternidade, os pais já deverão estar visitando e pesquisando as diversas opções de berçário. Em primeiro lugar, deve-se considerar a localização mais conveniente: próximo ao trabalho de um dos pais, próximo à residência dos pais ou próximo à residência de algum familiar. Caso o trabalho da mãe seja muito distante de sua casa, recomenda-se que o berçário localize-se próximo ao trabalho (para facilitar e aumentar o contato da mãe com a escola, evitando, inclusive, atrasos em caso de trânsito).
O próximo passo é identificar os berçários da região escolhida. Este levantamento pode ser feito de várias formas: indicação de amigos ou familiares, indicação da empresa onde os pais trabalham (muitos berçários firmam convênios com as empresas, concedendo descontos aos seus funcionários), revistas de bairro, lista telefônica e, atualmente, consultas a internet (as boas escolas já estão disponibilizando sites com informações e fotos sobre suas instalações e serviços).

Ao visitar um berçário, algumas observações devem ser feitas e levadas em consideração na escolha:

• A Estrutura: o local destinado aos bebês deve ser ensolarado, arejado e espaçoso. Deve haver uma área para tomar banho de sol, um refeitório, uma sala de higiene exclusiva e entrada separada do restante da escola. Os bebês devem ter berço exclusivo e uma área de estímulo com brinquedos específicos para sua faixa etária.
• O Pessoal: as funcionárias devem ter experiência prática e teórica no cuidado dos bebês (como cursos com profissionais da área ou cursos específicos de Berçarista e Primeiros Socorros). A quantidade de crianças por funcionária também é importante, não devendo ultrapassar 4 bebês por funcionária.
• A Rotina: os bebês devem ter uma rotina equilibrada, intercalando-se horários de estimulação, alimentação, banhos de sol e sono.
• A Alimentação: As refeições devem ser preparadas na cozinha da escola, com total higiene e de forma individualizada, seguindo à risca as especificações de cada pediatra.
• A Segurança: A segurança no Berçário deve ser avaliada sob diversos aspectos, como segurança na portaria (existência de porteiro, controle de entrada de visitantes, câmeras de vídeo, etc) e segurança nas áreas da escola (brinquedos adequados, tanque de areia coberto, cobertura nas passagens, escadas e degraus, etc).
• A Higiene/Cuidados Médicos: O Berçário deverá possuir procedimentos claros de higiene e cuidados como trocas de fralda constantes, banhos em banheiro com aquecimento, materiais de higiene exclusivos, berços individuais, pisos antialérgicos. Na parte de cuidados médicos, a Escola deverá apresentar os procedimentos em caso de acidentes e doenças.
• A Estimulação: Mesmo bebês de 4 meses precisam receber estímulos. A Escola deverá possuir um programa de estímulos visuais, motores e auditivos específicos para cada faixa etária, ajudando a criança a desenvolver suas habilidades para se movimentar, engatinhar, andar, falar, cantar, reconhecer sons, pessoas e objetos.
• Assessoria de Profissionais Liberais: É importante também que a escola conte com o apoio de profissionais de áreas como Pediatria, Odontopediatria, Fonoaudiologia, Nutrição, Psicologia. Estes profissionais poderão ajudar a escola e os pais em dúvidas e orientações sobre as crianças.

Independente da escolha feita, é importante que os pais e familiares fiquem sempre atentos ao desenvolvimento físico e intelectual de seu bebê, questionando e investigando qualquer alteração que considerem significativa ou anormal.

- Meu filho começou na escola. E agora, como será sua adaptação?

Após a escolha (nada fácil) da primeira escola para seu filho, finalmente chegou o primeiro dia de aula. E com ele, mais dúvidas: como será a adaptação do meu filho? Devo ficar junto na escola até ele se acostumar? Ele vai chorar muito? Eu vou chorar muito?? Este artigo procurará dar algumas dicas práticas para o Período de Adaptação, onde estarão envolvidos os pais, a criança e a Escola. Por incrível que pareça, a adaptação da mãe é tão ou mais importante que a adaptação da própria criança. Isso porque, se a mãe não estiver segura de sua decisão, se ela não acreditar que a escola é a melhor opção para o seu filho naquele momento, que ele vai gostar e que ela poderá ficar tranqüila, o melhor é que o início da criança na escola seja postergado, pois a própria mãe irá impedir ou dificultar a adaptação da criança à Escola. Adaptação de bebês de 4 meses a 8 meses: Nesta idade, a criança se adapta facilmente ao novo ambiente do berçário. A adaptação mais difícil é a da mãe, que passou os primeiros meses totalmente dedicada ao seu bebê e, agora, tem que separar dele para voltar ao trabalho. Muitas vezes, a mãe está se sentindo culpada, sentindo que seu bebê está sendo abandonado. Se isso está acontecendo com você, lembre-se que a realização profissional da mulher pode conviver perfeitamente com a sua condição de mãe, desde que o seu tempo seja bem dosado. Mais importante do que a quantidade de tempo que você passa com seu filho é a qualidade deste tempo. Ao chegar em casa, após um dia de trabalho, dedique-se ao seu bebê, conversando com ele, brincando, dizendo a ele o quanto o ama... Desta forma, apesar de não passarem o dia juntos, seu filho saberá o quanto é amado e, no futuro, terá muito orgulho do sucesso profissional de sua mãe. Outro ponto fundamental nesta fase é a participação ativa do pai, que deverá estar ciente da necessidade da divisão das responsabilidades (por exemplo, buscar ou levar o bebê quando você não puder, ficar com o bebê quando você tiver um compromisso profissional...). Com o ingresso da mulher no mercado de trabalho, as atividades domésticas devem ser totalmente compartilhadas. Se isso não acontecer, com certeza você ficará sobrecarregada e terá dificuldades em administrar todas as suas responsabilidades como profissional e como mãe. Nesta fase, é importante que você passe algumas horas no berçário, conhecendo as berçaristas e auxiliares, transmitindo a elas todas as peculiaridades, gostos, hábitos alimentares de seu bebê. Outra dica importante é a preparação do bebê para começar na escola: converse com seu pediatra e introduza os alimentos como frutas, verduras e legumes ainda em casa (no mínimo 15 dias antes do início do bebê no Berçário). Se ainda estiver amamentando, procure dar o peito somente nos horários em que ele estará mamando após sua volta ao trabalho (desta forma, o bebê não sentirá falta do peito durante o dia). Após passar um dia no berçário, você deverá estar tranqüila e confiante nas pessoas que irão cuidar de seu bebê. Se isso não acontecer, é importante conversar com a Coordenação Pedagógica da escola. Se alguma coisa a desagradou ou você está com dúvida sobre algum ponto ou procedimento, esclareça rapidamente com a berçarista ou com a Direção da Escola. Lembre-se que a confiança na Escola é fundamental para garantir sua tranqüilidade enquanto seu bebê está conosco. Adaptação de crianças de 8 meses a 1 ano e meio: Nesta fase, a criança costuma estranhar mais outras pessoas, pois já identifica claramente quem cuidou dela até aquele momento. Por isso, a adaptação pode ser um pouco mais demorada. Caso a criança estranhe muito as funcionárias do Berçário, uma pessoa (a mãe, o pai, a avó, a babá) poderá ficar durante uma manhã ou tarde com ela dentro do Berçário. O objetivo é que ela se habitue com o espaço, com o berço, com os brinquedos, com os novos amiguinhos. A presença da pessoa conhecida, porém, não deve se estender muito, pois, se isso ocorrer, a criança criará uma "barreira" em aceitar as funcionárias, e o seu sofrimento (sensação de abandono) será mais intenso. Embora a criança ainda seja pequena, é importante que você converse com ela e explique que, embora ela esteja ficando no berçário durante o dia, depois você virá buscá-la e passarão ótimos momentos juntos. Pode haver choro na entrada, mas você deve se manter firme, se despedir, e deixar a criança com a berçarista, que irá acalmá-la. Nunca saia "escondida": seu bebê se sentirá traído. Adaptação de 1 ano e meio a 3 anos: Nesta idade, a adaptação da criança costuma ser um pouco mais trabalhosa, principalmente se, desde o nascimento, ela ficou somente uma determinada pessoa (mãe, avó, babá, etc). Caso a criança chore muito e não queira ficar longe da pessoa que acompanha a sua adaptação, a pessoa poderá ficar na Escola nos primeiros dias, sem, entretanto, ficar fisicamente na sala de aula ou de atividades onde a criança está com o grupo. Quando isso acontece, a adaptação fica mais complicada e se prolonga por mais tempo, pois a criança passa a acreditar que pode ter "o melhor dos dois mundos": ficar na escola e, ao mesmo tempo, ter a companhia da pessoa a quem está mais apegada. Caso a criança comece a chorar, a professora levará a criança até o responsável, para que ela perceba que não foi abandonada. Normalmente a criança primeiro irá se apegar a uma pessoa da escola. Durante alguns dias, provavelmente ela requisitará a pessoa a quem se afeiçoou. Com o tempo, ela irá se habituar aos demais funcionários e ao grupo de amigos. É normal também a criança se empolgar no primeiro dia com as novidades, os amigos, as atividades e começar a chorar após alguns dias (quando percebe que sua rotina mudou definitivamente). Adaptação de 4 anos a 6 anos: Se seu filho está indo pela primeira vez à escola, provavelmente sua adaptação será tranqüila. Afinal, nesta idade, além de compreender e lidar melhor com as mudanças em sua rotina, a criança já deve estar querendo freqüentar a escola e ter amiguinhos da sua idade para brincar. Muitos chegam até a pedir aos pais para virem à Escola. Se o seu filho estiver estranhando a mudança, querendo ficar em casa (onde se sente seguro), converse com ele e explique a importância de estar na escola, de aprender coisas novas, de ter novos amigos... Se esta não é a primeira escola do seu filho, a adaptação costuma ser ainda mais tranqüila, pois a criança já está acostumada às rotinas da escola. Ele pode, porém, sentir falta dos amiguinhos da outra escola. Por isso, é importante que você converse bastante com seu filho, e explique o motivo da mudança de escola. Mostre a ele, também, que o fato de ter mudado de escola não significa que ele irá perder os antigos amigos; melhor ainda: ele irá ganhar novos amigos. Nesta idade, a presença da mãe ou responsável é pouco requisitada no período de adaptação. Em qualquer idade, é importante que a mãe esteja tranqüila, segura e confiante, para que transmita a seu filho estes sentimentos fundamentais para sua adaptação na nova Escola.

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